Àqueles que não sabem, ando fazendo uma dieta, supervisionada por uma nutricionista e aquele blá-blá-blá todo. Nos primeiros meses, a coisa não deu um resultado muito notável, e foi até desanimador.
Entretanto, nesses últimos tempos, tenho perdido bastante peso, e a coisa vem se desenvolvendo de uma maneira até que satisfatória. Cabe dizer que a dieta aqui em questão não é por fins puramente estéticos, e uma busca pela "beleza magra", até porque "magro", na pura acepção da palavra, nunca serei, por uma questão de constituição corporal, mas meus antigos 127 kg no meu 1,78 m de altura, chegavam a ser algo sufocante e nem um pouco saudável.
Agora, com meus atuais 105 kg (e descendo!), descobri um outro prazer, a caminhada/corrida, pelas ruas por vezes desoladoras de Jaraguá do Sul. O sair de casa específico para isso, o ar das ruas, o movimentar para uma atividade física, são coisas reconfortantes e proveitosas. Nessas horas, lembro sempre do meu caro amigo Maikon K., que sempre fala do prazer de andar pela cidade, e eu vejo que isso é verdade, mesmo não me sentindo em casa nessa cidade.
Em tempo, meu emagrecimento seria quase que improvável, se não fosse pelo apoio incondicional da minha esposa e companheira de todas as horas, a Cibele, com seus "como você tá bonito", ou com seus puxões de orelha, muitas vezes necessários.
Entretanto, nesses últimos tempos, tenho perdido bastante peso, e a coisa vem se desenvolvendo de uma maneira até que satisfatória. Cabe dizer que a dieta aqui em questão não é por fins puramente estéticos, e uma busca pela "beleza magra", até porque "magro", na pura acepção da palavra, nunca serei, por uma questão de constituição corporal, mas meus antigos 127 kg no meu 1,78 m de altura, chegavam a ser algo sufocante e nem um pouco saudável.
Agora, com meus atuais 105 kg (e descendo!), descobri um outro prazer, a caminhada/corrida, pelas ruas por vezes desoladoras de Jaraguá do Sul. O sair de casa específico para isso, o ar das ruas, o movimentar para uma atividade física, são coisas reconfortantes e proveitosas. Nessas horas, lembro sempre do meu caro amigo Maikon K., que sempre fala do prazer de andar pela cidade, e eu vejo que isso é verdade, mesmo não me sentindo em casa nessa cidade.
Em tempo, meu emagrecimento seria quase que improvável, se não fosse pelo apoio incondicional da minha esposa e companheira de todas as horas, a Cibele, com seus "como você tá bonito", ou com seus puxões de orelha, muitas vezes necessários.
